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Bolsonaro veta distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes de baixa renda, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.

O presidente Jair Bolsonaro vetou a distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes de baixa renda de escolas públicas, mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.

Na decisão, Bolsonaro afirmou que o item não consta na lista de produtos essenciais do SUS e que o projeto fere o princípio da universalidade, ao estipular beneficiárias específicas.

Segundo a Organização das Nações Unidasuma em cada dez jovens já faltou à aula por não ter dinheiro para comprar absorvente. Estima-se que, no Brasil, esse índice seja ainda maior. O Congresso tem até 30 dias para derrubar ou manter o veto.

‘Nas ruas, usam miolo de pão’ como absorvente, diz ativista sobre veto de Jair Bolsonaro à distribuição do produto.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (7). A argumentação para o veto é de que o projeto não estabeleceu uma fonte de custeio.

g1 ouviu relatos que quem lida diretamente na distribuição de absorventes para quem não tem condições de comprar no Rio de Janeiro.

“O absorvente custa muito caro. Para quem vive com auxílio de R$ 280, paga R$ 120 em um botijão de gás, como vai comprar absorvente? Nas ruas (pessoas em situação de rua), usam miolo de pão, pedaços de pano de chão, que têm poder de absorção. É um item de luxo apesar de ser absolutamente necessário”, diz a professora Yvonne Bezerra de Mello, à frente do instituto Uerê, projeto educativo na Maré.

Fonte: G1

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