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Com vacinação em ritmo lento e isolamento baixo, cientistas preveem terceira onda de Covid-19 no Brasil

Universidade de Washington aponta para possibilidade de mais de 750 mil mortes até o fim de agosto se ritmo de imunização não melhorar, mesmo com queda na média móvel de óbitos.

Rua lotada em São Paulo: estratégia em municípios é transformar comércio em atividade essencial para que possa funcionar na pandemia Foto: Edilson Dantas / 19-12-2020
Rua lotada em São Paulo: estratégia em municípios é transformar comércio em atividade essencial para que possa funcionar na pandemia.
SÃO PAULO — O Brasil registrou queda de 19% na média móvel de mortes por Covid-19 nas duas últimas semanas. Em 18 das 27 unidades de federação, o índice está caindo, mostrou o boletim do consórcio da imprensa nesta segunda-feira. Apenas um estado está em viés de elevação na última quinzena, enquanto oito permaneceram em tendência estável (variação menor de 15% para mais ou para menos). Os números trazem esperança no combate à pandemia, mas projeções feitas por cientistas nos EUA e Brasil, no entanto, acenderam o alerta de especialistas sobre a possibilidade de uma terceira onda no país, com nova alta de óbitos.

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— Evitá-la vai depender muito da vacinação, que já se mostra efetiva na redução de mortes e internações. Temos que vacinar 1,5 milhão de pessoas ao dia, idealmente 2 milhões. E ter cautela na flexibilização das medidas de isolamento — explica Ethel Maciel, professora da UFES e doutora pela Univesidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Fonte:Globo

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