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Vale do ANARI: Estelionatários “expandem atuação” e negociam sítio dando prejuízo de R$ 253 mil a vítima 30 de março de 2022

Em meio a um cenário fomentado por um estelionatário, onde as vítimas tentam tomar vantagens umas sobre as outras, ele faturou quase R$ 200 mil.

Imagem ilustrativa

O golpe que desta vez rendeu altas cifras ao criminoso, segue os mesmos preceitos daqueles semanalmente publicamos aqui, em que o golpista utiliza anúncios de veículos na OLX ou redes sociais e passa a manipular o vendedor e comprador para ficar com o dinheiro da transação.

O golpe registrado nesta terça-feira (29) na UNISP em Jaru, desta vez não envolveu veículos, mas sim uma propriedade rural de 34 hectares que supostamente seria comercializada por R$ 260 mil, detalhe, o preço comercial de uma propriedade desta, gira em torno de R$ 700 mil.

O golpista que age sempre de forma online se passando por comprador para o dono da terra e vendedor para a vítima interessada, ajustou para que ambas as vítimas se encontrassem para ver o sitio localizado no interior de Vale do Anari.

Para que este encontro desse certo, o estelionatário usa da criatividade, sempre criando uma “historinha” para cada um: para a vítima/compradora, informa que no sítio estaria um parente ou apenas a pessoa que irá mostrar a propriedade e para a vítima/vendedora, que estaria enviando uma pessoa a qual ele deve, e dará a propriedade em conta, orientando ambas as vítimas a não falarem de valores, pois isto estragaria o negócio, já as vítimas atendem o pedido, já que teoricamente, estariam fazendo um excelente negócio, o comprador adquirindo a propriedade abaixo do valor de mercado, e o vendedor recebendo um bom valor pela terra.

Feito isto, ambos foram para o cartório de Vale do Anari formalizar o negócio, após assinar o contrato, o comprador/vítima transferiu R$ 120 mil para uma conta indicada pelo estelionatário, bem como transferiu uma residência em Jaru no valor de R$ 100 mil e 11 garrotes no valor de R$ 33 mil para o estelionatário. Toda esta transação foi intermediada por um suposto corretor, que ainda deve ser apurada sua participação, como vítima ou coautor.

A casa e os garrotes tiveram que ser rapidamente vendidos antes da descoberta do golpe, o mesmo corretor realizou a venda da casa por apenas R$ 40 mil, e dos garrotes, recebendo pelos serviços, R$ 5 mil de comissão.

A vítima/vendedora não recebeu o dinheiro em sua conta e não entregou a propriedade, momento em que a vítima/compradora se deu conta que havia caído em um golpe, amargando assim um imenso prejuízo.  FONTE :jarunoticia

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